27 de out de 2015

O ouro dos tolos

Oi gente, tudo bem?
E olha eu aqui outra vez! Até que tô ficando disciplinada?! Mas não é bom elogiar, vai que dá zica... rsrs
Brincadeiras a parte estou realmente interessa em estar aqui com vocês, mas especialmente estar aqui comigo, toda semana as terças e quintas faça chuva ou sol nesse tempo louco que tem feito ultimamente, - ao menos aqui em Campinas e olha até parece Brasília <3 - com ou sem internet, porque aí a gente escreve sem internet e quando ela volta a gente posta ;)
Mas chega de blá blá blá e vamos ao que interessa, semana começou, o final de semana foi sem criar expectativas mirabolantes e por isso foi muito melhor e a gora já sobrevivemos a segunda-feira com bravura, mas o que fazer com a terça e o pior amanhã ainda é quarta, oh dia sem nexo, meio da semana que tá uma loucura com o fim do mês no gargalo, a gente sem grana nesse crise filha da P... #$%#@$%¨*&%

PAAAAAAARAAAAAA TUDO!!!
 
Imagem: reprodução
Calma criatura respira! Sei que é clichê e dá um ódio mortal quando você está estressada, entediada, chateada, revoltada e mais um monte de "ada" da vida e alguém diz: 'calma, respira...' só que é o que você realmente tem que fazer.
Muitas vezes a gente precisa deixar o ataque de pelanca de lado e pensar, apenas usar a massa encefálica, tudo que a gente não faz quando está nervosa. E foi assistindo o filme S.O.S Mulheres ao Mar2 esse final de semana e lendo o livro do talentosíssimo Daniel Bovolento, - que estou lendo e logo logo falarei sobre - "Por onde andam as pessoas interessantes?"  e percebi que boa parte de nossos excessos e acessos de emoções negativas vêm do fato de não darmos valor ao que realmente deve e merece ser valorizado. E falar sobre isso parece muito chover no molhado, mas a vida é assim, há coisas que precisam ser repetidas incessantemente para que a gente consiga aprender um décimo do que aquilo significa, até porque no fim das contas já diria Renato Russo "quais são as palavras que nunca são ditas?".
É preciso em momentos de muita raiva pensar sobre qual o real motivo daquele sentimento, pensar sobre o que estamos escolhendo enaltecer e o que decidimos depreciar, diversas vezes damos mais valor, importância, atenção e energia àquilo que esperávamos ser, mas não é.
Damos valor, se ele(a) é influente, se pode nos proporcionar 'tranquilidade' financeira, se aquele colega de trabalho é amigo do chefe e pode nos beneficiar em algo e não  que todas as nossas relações devam ou sejam desinteressadas, longe disso, as relações humanas são baseadas na troca desde a fundação do mundo, troca desde o afeto (algo totalmente abstrato) até a troca de genes (totalmente cientifico), o problema surge quando é apenas esse o objetivo de nossas relações, porque corremos o risco de reduzir as pessoas ao que elas podem no oferecer e esquecemos de que são essencialmente pessoas com qualidades e também defeitos. Quando somos obrigados a enxergar o todo do outro aí nascem os sentimentos negativos que acabam com nosso dia, nossa semana, nosso final de semana, nossa vida.
Tudo isso porque olhamos só aquilo que julgamos bonito ou de valor, sem ver que o outro é muito além disso, sendo assim pare de gastar suas energias focando nas coisas e motivos que você tem para não gostar, de algo ou alguém, nos motivos para não estar feliz com aquela pessoa ou situação e passe a reparar qual a razão de ser feliz vivendo esse exato momento e realidade e se a maneira que você estiver vivendo esse momento não for a que você julga melhor para você procure alternativas e caminhos para melhorar, MAAAAS lembre-se:

"Nem tudo que reluz é ouro" já diria o ditado, portanto tome cuidado para não dar valor apenas ao casco.
É isso por hoje!
Boa semana! 
Beijos, Sther! ;)

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